Diogo Silva é um dos grandes nomes do Brasil na história do Taekwondo. O paulista conquistou a segunda medalha de ouro em Jogos Pan-Americanos para o país em 2007.

Em conversa com o Esportelândia, Diogo destacou como o taekwondo cresceu nos últimos anos no Brasil. Confira mais a seguir.

Diogo Silva explica sucesso do taekwondo no Brasil

O esporte no Brasil experimentou um aumento significativo de investimentos, com programas das Forças Armadas, a Bolsa Atleta, clubes e um compromisso especial do Comitê Olímpico com as estrelas em ascensão…

Essa nova geração tem a oportunidade de se desenvolver plenamente, com financiamento e recursos disponíveis para aqueles que alcançam o top 20 ou o top 10 no cenário internacional.

Em suma, Diogo Silva participou dos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e Londres 2012, além de competir em três edições dos Jogos Pan-Americanos.

Sua jornada começou em 2003, aos 21 anos, no Pan da República Dominicana, onde conquistou a medalha de bronze.

Em 2007, no Brasil, conquistou o ouro, e em 2011, no México, se despediu dos Jogos Pan-Americanos. Durante a carreira, também venceu os Jogos Mundiais Universitários e os Jogos Mundiais Militares, totalizando quase duas décadas como atleta de taekwondo.

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A evolução do taekwondo desde os anos 90

 

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Diogo relembrou como o taekwondo seguiu essa tendência de excelência em gerações. A saber, a década de 90 viu a primeira geração de talentos, com Fabio Goulart conquistando a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 1991.

Teve a primeira na década de 90 e depois surgiu a segunda geração, da qual fiz parte, abrangendo o período de 2003 a 2012.

Essa geração testemunhou feitos notáveis, incluindo a primeira medalha olímpica e o segundo ouro nos Jogos Pan-Americanos, estabelecendo-se como referência internacional.

Após a geração de Diogo ter construído seu legado, a terceira geração da modalidade seguiu o trabalho realizado ao longo de décadas de dedicação por parte de diversas pessoas que buscaram uma maior possibilidade de evolução da arte.

Apoio essencial para gerações cada vez mais douradas

Divulgação/COB
Divulgação/COB

A geração que participou dos Jogos Olímpicos de 2016 continuará ao menos até os Jogos Olímpicos de Paris.

Para Diogo, a explicação de todo esse sucesso ao longo de décadas e mais recentemente na categoria estreante por equipes no Pan é resultado de muito trabalho em conjunto. No entanto, sem esquecer de um ingrediente: a essência brasileira.

Testemunhei a evolução significativa do taekwondo, tanto em termos esportivos quanto na maturação dos atletas.

Essa evolução era previsível, dada a rica cultura brasileira de desejar e sonhar, que produz talentos notáveis.

Não se tratou apenas de programas ou estratégias, mas da essência dos brasileiros, que têm uma habilidade inata para se destacar. – finalizou Diogo Silva.

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