Na busca incansável pelo sonho de chegar à Fórmula 1, o jovem piloto Gabriel Bortoleto destacou em entrevista recente a importância da rivalidade saudável com Felipe Drugovich.

Gabriel Bortoleto exalta rivalidade com Felipe Drugovich

A conexão entre os dois pilotos brasileiros tem sido um ponto central de sua jornada no automobilismo, e Bortoleto não hesitou em comparar essa dinâmica com a histórica rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost, reforçando a ideia de que “nenhum grande piloto cresce sozinho.”

Logicamente, como você e todos os brasileiros, estamos juntos na mesma posição de buscar a Fórmula 1. Esse é o meu sonho, e estamos buscando isso com todo o empenho. Mas, ao mesmo tempo, é importante ser grato e feliz pela posição em que estou hoje. – comentou Bortoleto, em tom de humildade e foco.

Respeito e gratidão em meio à rivalidade

Bortoleto reconheceu que, embora haja uma diferença de idade entre ele e Drugovich — cerca de quatro a cinco anos —, a rivalidade entre os dois tem sido positiva desde as categorias de base. O jovem brasileiro ainda fez questão de sublinhar o papel das rivalidades no crescimento pessoal e profissional.

Felipe sempre me deu dicas valiosas e me ajudou a me tornar um piloto mais completo. A rivalidade é essencial, porque é ela que coloca você sob pressão e em situações desafiadoras, onde você cresce como piloto e como pessoa.

Drugovich abre o jogo sobre concorrência com Bortoleto na Fórmula 1
Felipe Drugovich e Gabriel Bortoleto sonham em chegar na Fórmula 1 [Profimedia/Dutch Photo]

Comparações com lendas da Fórmula 1

Bortoleto foi além e traçou um paralelo com as grandes rivalidades do automobilismo, destacando:

Senna não seria Senna sem Prost, e Prost não seria o mesmo sem Senna. O mesmo vale para Lauda e Hunt. Existem muitos exemplos, e cada rival foi essencial para o crescimento do outro.

O foco dos dois pilotos agora é claro: garantir uma vaga na Fórmula 1 e representar o Brasil no mais alto nível do automobilismo mundial. Com a mentalidade e o talento que ambos demonstram, não será surpresa vê-los lado a lado — ou em lados opostos — no grid da Fórmula 1, levando adiante uma rivalidade que pode marcar a história do automobilismo brasileiro.

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