O presidente da Aston Martin, Lawrence Stroll, optou por vender ações da escuderia. Essa decisão causou muitas dúvidas, principalmente sobre Felipe Drugovich e Lance Stroll.
A princípio, uma possível saída do pai de Lance poderia complicar a vida do canadense na equipe e facilitar a entrada de Drugovich.
No entanto, o negócio prevê justamente o contrário. O Esportelândia preparou um conteúdo explicando a venda da Aston Martin e como isso afeta a equipe da Fórmula 1.
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Venda da Aston Martin pode ajudar Felipe Drugovich?
Primeiramente, vamos deixar claro: Felipe Drugovich não assumirá a vaga de Lance Stroll. A venda da equipe pode até dificultar as chances do brasileiro ser titular da equipe em algum momento.
Entenda a venda
Apesar do mesmo nome, a Aston Martin como montadora e equipe são duas coisas diferentes e separadas.
A equipe que compete na principal categoria do automobilismo mundial pertence ao consórcio de investimentos AMR GP Limited, criado por Lawrence Stroll em 2018.
O grupo adquiriu a antiga Force India e, em 2019, lançou a Racing Point na Fórmula 1. Em 2021, a equipe foi rebatizada como Aston Martin.
A montadora Aston Martin detém apenas uma participação minoritária na escuderia e pretende vender essa fatia, com a expectativa de arrecadar 74 milhões de libras (cerca de R$ 545 milhões).
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No entanto, isso não afetará a presença da equipe na F1. Em comunicado oficial na bolsa de valores de Londres, Stroll reforçou que o compromisso da equipe com a categoria permanecerá a longo prazo.
Lance Stroll deve ter mais segurança ainda como piloto titular
A Aston Martin pretende vender sua participação na equipe de F1, enquanto recebe novos investimentos de Lawrence Stroll.
O Yew Tree Consortium, liderado pelo bilionário, investirá 52,5 milhões de libras (R$ 387 milhões), aumentando sua participação na montadora de 27,67% para até 35%.
A empresa espera arrecadar 125 milhões de libras (R$ 921 milhões) com essa movimentação.
Dessa forma, arrecadando mais, a equipe deve receber ainda mais investimentos de Lawrance Stroll, algo que beneficia Lance Stroll e complica Felipe Drugovich.

Com Fernando Alonso cada vez mais perto de sua aposentadoria e os rumores de que o time britânico pode fazer uma proposta bilionária para Max Verstappen, podemos imaginar uma possível dupla entre Stroll e o tetracampeão mundial no futuro.
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