Ayrton Senna é lembrado como um dos maiores pilotos da história da Fórmula 1. Seu talento, carisma e dedicação extrema ao esporte o tornaram uma lenda.
Ao longo de sua carreira, Senna travou batalhas inesquecíveis com outros grandes nomes, como Alain Prost e Nelson Piquet. Mas o que fez esses três pilotos se destacarem tanto?
Para Nigel Mansell, que competiu diretamente com eles, existe uma qualidade rara que os unia e os tornava especiais.
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O diferencial de Senna, Prost e Piquet
Em uma entrevista, Nigel Mansell revelou o que fazia Ayrton Senna, Alain Prost e Nelson Piquet serem pilotos únicos. Segundo o britânico, os três possuíam uma inteligência excepcional dentro e fora das pistas.
Eram estrategistas natos, capazes de entender a dinâmica das corridas como poucos. Enquanto Senna possuía uma agressividade calculada, Prost era meticuloso e cerebral, e Piquet, extremamente astuto e conhecedor da mecânica dos carros.
Mansell destacou que a capacidade de evitar erros era um fator decisivo.
Nelson não cometia muitos erros. Assim como Prost e Senna. Eles eram muito espertos, tanto dentro quanto fora dos carros. O Nelson, especialmente, era malandro.
Se descobrisse um truque para correr mais rápido, ele escondia. Alain Prost era um grande estrategista, talvez até demais para o meu gosto. Dá para aprender muito com eles.
Essa combinação de habilidade, mentalidade e frieza os diferenciava dos demais. Enquanto muitos pilotos confiavam apenas em reflexos e velocidade, Senna, Prost e Piquet usavam a cabeça para vencer.
Eles entendiam cada detalhe do carro, a estratégia de corrida e sabiam como se adaptar a cada situação, o que os tornava praticamente imbatíveis.
A Fórmula 1 mudou, mas a inteligência ainda é essencial
Atualmente, a Fórmula 1 se tornou uma categoria altamente tecnológica, onde dados e estratégias complexas são essenciais para o desempenho.
Mesmo assim, a capacidade de pensar rapidamente e tomar decisões certeiras ainda é um diferencial entre os grandes campeões.
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