Ralfi Silva Ansalani é jogador de basquete profissional da equipe do São Paulo, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, nascido no dia 26 de dezembro de 1987. O jornalista Carlos Vinicius, do Esportelândia, conversou com a esportista Ralfi Ansalani, finalista do NBB. O jogador foi perguntado a respeito da sua carreira e fazer um paralelo sobre os lugares onde atuou. Na resposta, o brasileiro afirmou que o basquete no Brasil está a frente dos outros lugares.
Acredito que sim, o Brasil esta bem a frente. O campeonato é muito competitivo com oito a dez equipes brigando pelo título. Então já da para perceber que o basquete brasileiro está forte e bem competitivo.
Outra questão abordada, foi os bastidores do jogo da semifinal contra o Flamengo. Com isso, Ralfi Ansalani comentou:
A gente se preparou bastante para o jogo e estavamos focados. Os lesionados voltaram para esta fase da competição. O time ficou completo e isso ajudou muito a nos prepararmos. A confiança que o Bruno (Mortari) deu pra gente foi muito importante para chegar nesse momento e conseguir a classificação.
Quando perguntado sobre o Bruno Mortari, seu treinador, Ralfi Ansalani respondeu:
É muito importante, um cara que vem de uma família vencedora. É um cara vencedor. Nos da muita tranquilidade do que estamos fazendo pois o que ele pede para gente, ele passa tranquilidade. Só fortalece a gente nesses momentos importantes.
Quando perguntado sobre o apoio da torcida do São Paulo, Ralfi Ansalani afirmou:
A torcida foi essencial durante o campeonato inteiro, sempre lotados os jogos em casa, ajudando a gente. Isso nos dá uma motivação a mais. Nessa reta final, continuam lotando o ginásio, não cabendo mais gente. Isso é muito importante paa gente, pois ajuda e nos motiva nas decisões.
Quando sabatinado sobre como avalia o seu papel no elenco do time paulista, o mineiro respondeu:
Meu papel no time é ajudar, mostrar toda dedicação que eu tenho. A vontade, a raça, ajudando da melhor maneira possível. Toda vez que entro na quadra quero demostrar o que posso fazer. Realizar na melhor maneira possível o que o treinador pede para gente.