Arnaldinho se destacou no time da Uniara, potência dos anos 90 e início dos anos 2000. Revelado pelo Botafogo, clube com grande identificação, já vestiu as cores de diversos clubes (inter)nacionais. Chegou a Seleção Brasileira, ganhou títulos com a amarelinha, de fato, uma carreira de sucesso. E na semana do basquete, o armador tirou um tempinho para atender a equipe do Esportelândia.

Arnaldo Moreira (Arnaldinho)

No Brasil, vestiu as cores do Tijuca, Botafogo, Uniara, Flamengo, Fluminense, Assis, Grajaú, Winner Limeira, São Bernardo, Minas Tênis Clube, Brasília, Telemar-RJ, Lins Basquete, CTAF Vila Velha, Guarani-RS e Internacional.

Pelo Uniara, obteve destaque em finais do Campeonato Paulista e Brasileiro. A boa fase rendeu convocações para a Seleção Brasileira de Basquete. Em 1999, o armador recebeu sua primeira convocação.

Anos depois, Arnaldo Moreira decidiu beneficiar as equipes estrangeiras com seu talento na armação, saindo daquele onde talvez teve a melhor fase no Brasil (Uniara). Mundo afora, passou pelas equipes do Benetton Treviso (Itália), Basketball Antibis (França), Los Gatos de Monagas (Venezuela), Apoel (Chipre), Euras Ekateremburgo (Rússia) e Uniks Kazan (Rússia).

Enfim, sua fase no time nacional não foi tão longa, mas vitoriosa. Como dito, em 1999 recebeu a primeira convocação. Naquele ano, participou do Torneio de Luanda, Torneio de Acrópolis e Torneio do México. Em 2003, conquistou as medalhas de ouro nos Jogos Sul-Americanos e nos Jogos Pan-Americanos.

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Arnaldinho na época de Seleção Brasileira. Foto destaque: Portal Morada

Semana do basquete: exclusiva com Arnaldo Moreira, ex-Seleção Brasileira de Basquete

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Mesmo com uma rotina comprometida, Arnaldo Moreira parou para atendeu a equipe do Esportelândia. Na sequência, acompanhe o bate-bola com o reconhecido armador de nível internacional e ex-Seleção Brasileira.

  • Quando o basquete entrou em sua vida?

Comecei a jogar basquete com 7 anos. Com 8 anos, falei para mim mesmo que iria viver do basquete, que faria deste esporte minha profissão. O basquete, para mim, foi determinante, me deu muitas oportunidades, me educou como profissional e pessoa de uma certa forma também.

  • Não é uma regra, mas dos que vi e os que já tive a oportunidade de conversar, em esportes no geral, demonstram ainda uma grande paixão pelo ambiente. Como é sua relação com o basquete hoje?

Mesmo não jogando mais, vivo 100% do basquete. Agora como treinador individual, gestor e treinador da Escola Passo Zero aqui no Rio de Janeiro. Hoje estamos em 2 núcleos, um no clube Israelita e outro no clube Caiçaras que fica na Lagoa. Definitivamente, o basquete segue forte na minha vida.

  • Com a promessa de criança cumprida, toda a experiência absorvida para o profissional e pessoal, qual seria a mensagem nesta semana do basquete?

Tudo o que conquistei foi através deste esporte encantador… o basquete está na minha vida e sendo transmitido aos meus filhos. O mais velho, Enzo, já prática e gosta muito. Os valores aprendidos com a prática do basquete vão muito além do bem-estar físico proporcionado. É um estilo de vida.

Foto destaque: UOL
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Foto destaque: Divulgação/Clube dos Caiçaras