Aproveitando a semana que contou com a especial data dos Dias das Mulheres, 8 de março, o Esportelândia contatou uma referência do jiu-jitsu, Yvone Duarte. Uma lenda da modalidade, Yvone já viajou o mundo e venceu diversos campeonatos.
Dentre os episódios de maior prestígio na carreira, Yvone Duarte é a primeira faixa preta feminina e única faixa coral no mundo do jiu-jitsu. Conheça a história desta fortaleza de mulher.

Penso que já dei minha contribuição. Quero muito que, no jiu-jitsu, as mulheres sejam respeitadas
Em resumo, em uma conversa recente para trazer uma representatividade nesta semana que contou com o Dia das Mulheres, o Esportelândia pensou em pessoas com histórias inspiradoras. E por que não uma singular como a de Yvone Duarte?
Jiujiteira, professora, mãe, avó, mulher. Um ser humano que há mais de 30 anos vem representando a bandeira da modalidade e incentivando pessoas, principalmente no desenvolvimento das mulheres.
A mestra Yvone, que um dia foi pioneira, nunca deixou de ser, na verdade, mas que teve menos acessos no início, hoje abre as portas para quem busca uma vida melhor, um autoconhecimento. Yvone garante que o jiu-jitsu ajuda nisso. Para saber mais, veja agora a trajetória no esporte e vida de Yvone Duarte.
Yvone Duarte: a primeira mulher faixa coral de jiu-jitsu no mundo

Para quem pensa que Yvone começou de cara no jiu-jitsu, saiba que a jiujiteira teve experiências em outros esportes antes. Mesclou também alguns como complemento e se beneficiou das antigas práticas como na ginástica rítmica.
Natural de Roraima-AM, antes de se tornar mestra no jiu-jitsu, Yvone se testou no handebol, basquete, natação e ginástica rítmica. O jiu-jitsu só entrou em sua vida no final dos anos 1970, quando se mudou para o Rio de Janeiro.
Além de toda a experiência adquirida nestas modalidades, a mestra também usou o judô como complemento de seu foco no jiu-jitsu, fortalecendo mais ainda seu arsenal.
Fiz judô como complementação do jiu-jitsu. Entretanto, escolhi mesmo o jiu-jitsu, que me trouxe muitos dispositivos, ampliou minha sensação de segurança.

Sua primeira competição no jiu-jitsu aconteceu em 1985. Naquela altura, participou com a equipe Osvaldo Alves feminina da modalidade. De certa forma, esta ficou como a 1ª equipe feminina na história do jiu-jitsu.
Yvone Duarte: aprendizados no jiu-jitsu

O Esportelândia conversou com Yvone Duarte nesta semana para saber um pouco mais sobre sua história.
Enfim, chega um momento na vida que o ser humano pode se perguntar ‘conquistei o que queria na minha vida?’ Diferente até na resposta, Yvone compartilhou sua visão de vida e reforçou o jiu-jitsu como uma ótima ferramenta para ter uma vida mais completa.
Acho que a vida é esse constante movimento, bem como no jiu-jitsu. Estamos sempre sendo desafiados. Ganhar e perder faz parte, o importante é aprender com as experiências, avaliar o que de fato é importante para nós.
Eleger bons amigos e bons hábitos, quebrar as rotinas tóxicas e manter uma boa dieta. O jiu-jitsu contribui muito para uma vida saudável. É preciso exercitá-lo na sua amplitude.
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Foto destaque: Reprodução/Arquivo Pessoal