Confira as melhores apostas para o GP dos Estados Unidos
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Vencedor Final | Max Verstappen: 1.41 | Stake | Adicionar ao boleto de apostas |
No Top 3 – Sergio Pérez | Sim: 2.00 | 1xBet | Adicionar ao boleto de apostas |
Piloto mais rápido na qualificação | Max Verstappen: 2.02 | Betano | Adicionar ao boleto de apostas |
Safety Car | Não: 2.60 | Betfair | Adicionar ao boleto de apostas |
Tudo sobre o GP dos Estados Unidos
Acontece no próximo domingo (24), com largada prevista para às 16h (horário de Brasília) o Grande Prêmio dos Estados Unidos, no Circuito das Américas, em Austin, Texas. Vale lembrar que o campeonato mundial de pilotos está decidido, porém, o campeonato de construtores ainda não. Entretanto, poderá ser decidido neste final de semana.
Assim, para que a Red Bull seja campeã mundial de construtores, ela precisa fazer 19 pontos a mais do que a Ferrari. Portanto, a escuderia austríaca irá instruir seus pilotos (Max Verstappen e Sergio Pérez) a fazer a melhor corrida possível. Assim, Verstappen deverá vencer a corrida e fazer a pole position, além de Pérez figurar no top 3.
- Vencedor final: Max Verstappen, pagando 1.41 na Stake
- No top 3 – Sergio Pérez: Sim, pagando 2.00 na 1xBet
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Vencedor Final: Max Verstappen
Max Verstappen já é o campeão do mundial de pilotos de 2022. Porém, o holandês é conhecido por não tirar o pé mesmo quando já está tudo decidido para seu lado. Além disso, o piloto que está dominando toda a temporada de 2022 tem duas missões pela frente: garantir o título de construtores para a Red Bull e bater o recorde de vitórias em uma única temporada. Portanto, tirar o pé não está no vocabulário do bicampeão mundial.
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No top 3 – Sergio Pérez: Sim
Assim como Verstappen estará empenhado em conquistar o título de construtores para sua equipe, Sergio Pérez tem o mesmo objetivo. Além disso, o mexicano tem um carro extremamente competitivo, que é capaz de chegar o pódio.
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Piloto mais rápido na qualificação: Max Verstappen
Verstappen também deverá fazer a volta mais rápida no treino classificatório. Principalmente, por ter o carro mais rápido do grid da Fórmula 1 2022, e ter demonstrado ter o motor mais confiável do grid.
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Safety Car: Não
Por fim, não será surpresa se o Safety Car não aparecer no GP dos Estados Unidos. Já que é uma pista conhecida por ter bastante área de escape. Portanto, a probabilidade de colisão é bastante baixa.
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História do GP dos Estados Unidos
O GP dos Estados Unidos começou antes mesmo da Fórmula 1 existir. Já que o grande prêmio existe desde 1908. Porém, os primeiros anos de GP dos Estados Unidos de forma oficial na Fórmula 1 foram conturbados. Já que de 1950 até 1958, as 500 milhas de Indianapolis contaram para o campeonato mundial da F1. Principalmente, por conter diversos pilotos que corriam tanto as 500 milhas, quanto o campeonato mundial da Fórmula 1.
Foi apenas em 1959 que a Fórmula 1 conseguiu um circuito próprio nos Estados Unidos. E o local escolhido foi o Sebring International Raceway, em Sebring, Flórida. Naquela edição (de 1959), o vencedor foi Bruce McLaren, com Jack Brabham ficando sem gasolina e tendo que empurrar seu carro até a linha de chegada. Porém, os lucros não foram os esperados para este GP, e ele acabou sendo considerado um “fracasso”.
Em 1960, a Fórmula 1 desembarcou o GP dos Estados Unidos em Riverside, Califórnia. Porém, mais uma vez, o evento foi um “fiasco” para a organização, devido a falta de apelo popular e, consequentemente, de lucros. A estratégia adotada em 1961 foi levar a Fórmula 1 até um local em que houvessem fãs de automobilismo. A partir daí, o GP dos Estados Unidos chegou em Watkins Glen, Nova Iorque. Ficou por lá até 1980, e obteve bastante sucesso.
Em 1981 e 1982, o GP dos Estados Unidos foi realizado em Las Vegas, Nevada. Entretanto, a Fórmula 1 não continuou por lá para os próximos anos (Las Vegas já tem seu retorno marcado para a Fórmula 1, será em 2023). Em 1983, não houve corrida em solo estadunidense (houveram planos de se realizar um GP pelas ruas de Nova Iorque, porém sem sucesso).
Em 1984, foram adicionados dois grandes prêmios nos Estados Unidos. Porém, apenas um teve o nome de GP dos Estados Unidos (que foi o GP realizado em Dallas, Texas). Ambos perduraram até 1988, e mais uma vez, se iniciou a saga da Fórmula 1 de inserir a categoria na cultura norte-americana.
De 1989 até 1991, a Fórmula 1 correu pelas ruas de Pheonix, Arizona. Porém, não havia qualquer incentivo financeiro, e acabou sendo cancelado para 1992 (apesar da eletrizante disputa entre Ayrton Senna e Alain Prost, não houve apelo popular).
A organização da Fórmula 1 acabou deixando de lado o GP dos Estados Unidos após tantos fracassos de público e renda. Porém, em 2000, começou um projeto de Bernie Ecclestone (à época, presidente da Fórmula 1) para trazer a categoria de volta para a terra do Tio Sam. Um ano depois, em 2001, o GP dos Estados Unidos voltou, e com estilo. Já que o local escolhido foi o Indianapolis Motor Speedway (local onde é realizado as 500 milhas de Indianapolis). Porém, o traçado utilizado não foi o clássico oval.
Apesar disso, o GP obteve um sucesso inacreditável de público (cerca de 200 mil pessoas acompanharam a corrida no domingo). Portanto, o GP dos Estados Unidos continuou na Fórmula 1 até 2007. Depois disso, o contrato da F1 com Indianapolis não foi renovado.
Em 2012, a Fórmula 1 retornou para nunca mais sair dos Estados Unidos. Desta vez, num circuito que foi construído exclusivamente para a maior categoria do automobilismo mundial (depois passaria a ser usado por outras categorias como a MotoGP e a W-Series). Estamos falando do Circuito das Américas (COTA na sigla em inglês).
Desde a sua primeira edição, o GP dos Estados Unidos em Austin foi um grande sucesso. Porém, quando a Liberty Media (empresa norte-americana que detém os direitos de imagem da F1) passou a trabalhar com a categoria, em 2014, a popularidade do GP dos Estados Unidos cresceu ainda mais. Por fim, em 2021, 400 mil pessoas acompanharam os dias de atividades de pista no COTA, recorde absoluto para este GP.
Mais detalhes do GP dos Estados Unidos
- Percurso: 5.513 km (3.426 mi) – Total: 308.405 km (191.634 mi): Em suma, os pilotos consideram o Circuito das Américas muito desafiador. Principalmente, por ser um circuito em que se corre em sentido anti-horário. Assim, logo após a largada, os pilotos já enfrentam uma subida de 40 metros para a curva 1. Depois, os pilotos enfrentam uma sequência de curvas inspiradas nas famosas curvas Maggots e Becketts, de Silverstone. Ainda sobre inspiração, o começo do 3º setor lembra a parte do estádio do circuito de Hockenheim, com as curvas 16, 17 e 18 tendo sua inspiração na infame curva 8 do circuito de Istanbul Park.
- Famosos incidentes anteriores: Não existem grandes incidentes registrados em Austin.
- Vencedores: O maior vencedor do Grande Prêmio dos Estados Unidos é o inglês Lewis Hamilton, que venceu o GP seis vezes (2007, 2012, 2014, 2015, 2016 e 2017). Além disso, já houveram três brasileiros vencendo um GP dos Estados Unidos. Foram eles, Emerson Fittipaldi (1970), Ayrton Senna (1990 e 1991) e Rubens Barrichelo (2002). Dos pilotos ainda em atividade (além de Hamilton), já venceram o GP dos Estados Unidos, Max Verstappen (2021), Valtteri Bottas (2019) e Sebastian Vettel (2013).
- Volta mais rápida na prova: Charles Leclerc – 1min 36s 069 – 2019.
Onde assistir o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1?
Em suma, o Grande Prêmio dos Estados Unidos será exibido pela Band, com seus treinos livres sendo exibidos pelo canal fechado Bandsports.
Quais são os horários do GP dos Estados Unidos?
Seguem todos os horários do fim de semana (horário de Brasília):
- Treino Livre 1 (21/10): 16h
- TL 2 (21/10): 19h
- TL 3 (22/10): 16h
- Treino Classificatório (22/10): 19h
- Corrida (23/10): 16h
Quem tem mais chances de vencer o Grande Prêmio dos Estados Unidos?
A maior probabilidade de vencer o GP é o holandês Max Verstappen.
Foto destaque: Divulgação/Esportelândia