Na última terça-feira(14). aconteceu o Finals Day do 3° evento do CT da WSL, o MEO Rip Curl Pro Portugal em Peniche, conhecido pelos Super tubos, composto por:
CATEGORIA FEMININA – Quartas de final, Semifinal e Final.
CATEGORIA MASCULINA – Oitavas de Final, Quartas de final, Semifinal e Final.
Unindo as categorias, tinha-se 7 brasileiros vivos na disputa: Caio Ibelli, João Chianca, Samuel Pupo, Yago Dora, Ítalo Ferreira, Gabriel Medina e Tatiana Weston-Webb.
QUARTAS DE FINAL FEMININA
Esse round contou com 4 baterias e com a única representante brasileira no evento.
BATERIA 1
Garantindo o Brasil em mais uma Semifinal no dia, Tatiana Weston-Webb se garantiu no round seguinte.
Apesar de ter sido uma bateria de notas abaixo da média, por alguns décimos Tati levou a melhor e eliminou a australiana Molly Picklum, campeã da etapa anterior em Sunset Beach.
A primeira onda do dia é nossa! ?? pic.twitter.com/GA5AaHAvQV
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BATERIA 2
Na 2° bateria, a Austrália se despedia mais uma vez da Semifinal feminina, com notas um pouco acima da média e um surfe determinante para se garantir na briga pelo título, a norte-americana Courtney Conlogue derrotou a australiana Sally Fitzgibbons e se garantiu na Semifinal, com uma pequena vantagem no somatório.
BATERIA 3
Para dar um fio de esperança ao país da Oceania, Macy Callaghan manteve o round e a bateria em notas médias e conseguiu se classificar para a Semifinal, eliminando a portuguesa Yolanda Hopkins, presente no evento como convidada (wildcard), que por sua vez, fez notas abaixo da média.
BATERIA 4
Colocando os Estados Unidos em vantagem para a Semifinal, Caitlin Simmers, vence a bateria, mantendo o round em notas médias e avançando para a próxima fase, eliminando a australiana Sophie McCulloch.
Assim, a Semifinal feminina ficou definida em Brasil x Estados Unidos e Austrália x Estados Unidos.
SOMATÓRIOS QUARTAS DE FINAL FEMININO
- Tatiana Weston-Webb (BRA) 7.80 – 4.13+3.67 x Molly Picklum (AUS) 7.40 – 4.17+3.23
- Courtney Conlogue (EUA) 12.60 – 7.00+5.60 x Sally Fitzgibbons (AUS) 11.83 – 6.83+5.00
- Macy Callaghan (AUS) 9.03 – 5.00+4.03 x Yolanda Hopkins 7.94 – 4.77+3.17
- Caitlin Simmers (EUA) 9.93 – 5.10+4.83 x Sophie McCulloch 8.66 – 4.33+4.33
OITAVAS DE FINAL – MASCULINO
Com 8 baterias e a presença de 6 brasileiros, a rodada aconteceu da seguinte maneira:
BATERIA 1
Com um mar com ondas cheias, o australiano Connor O’Leary se destacou com um somatório mediano, eliminando o brasileiro Caio Ibelli, que teve baixas notas e não pôde apresentar seu surf da maneira que sabe.
Esse 3.33 do Caio Ibelli é a sua melhor onda, até o momento. pic.twitter.com/H26QvRbuWf
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BATERIA 2
Numa 2° bateria com a presença de um brasileiro e um australiano, dessa vez, com vitória verde e amarela. De volta ao CT, João Chianca começou o dia de finais com muito gás e com notas um pouco mais sólidas em relação à bateria anterior, Chianca eliminou o australiano Ethan Ewing que não concluiu a bateria com um bom somatório, e seguiu para as quartas de final.
6.83 para Chumbinho!!! pic.twitter.com/9gWoATAPOh
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BATERIA 3
E novamente foi a vez da Austrália se firmar no campeonato, o da única nota 10 do campeonato e do circuito até então, Callum Robson virou a bateria nos últimos 30 segundos e eliminou o francês Joan Duru, que manteve certa constância em toda a bateria e que anteriormente havia eliminado o atual campeão mundial e campeão de Sunset Beach, Filipe Toledo.
BATERIA 4
A 4° bateria do dia garantiu emoção até depois de seu fim. O havaiano Ian Gentil mantinha a liderança durante toda a bateria, mesmo com notas baixas; Já o brasileiro Samuel Pupo, não apresentava o surf que tinha na bateria, mas, o que a torcida brasileira mais esperava aconteceu, nos segundos finais, na última onda, Samuel surfou o que sabe, e um aéreo de rotação completa foi o que o garantiu na fase seguinte.
OLHEM O RELÓGIO!!! pic.twitter.com/h72KWKCiVP
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Já fora da água, Samuel recebeu a notícia que havia virado o somatório pela vibração dos seus amigos, uma bateria realmente emocionante!
DEU?
DEU! pic.twitter.com/XzcfRFr1Cg
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BATERIA 5
A bateria 5 contou duplamente com atletas australianos, o que já garantiria a Austrália nas quartas de final.
Em uma bateria com a primeira nota excelente do round (8.50), Jack Robinson fez um ótimo somatório e eliminou seu compatriota Ryan Callinan, em uma bateria repleta de tubos, e seguiu para as quartas de final, mantendo a Austrália no topo.
BATERIA 6
A 6° bateria contou com o indonésio Rio Waida, que com notas consistentes, se manteve no campeonato e eliminou o havaiano Barron Mamiya, que apesar de possuir a segunda maior nota da bateria, não obteve um bom somatório com a sua segunda melhor nota. Rio seguiu para as quartas de final como sendo o único representante da Indonésia no campeonato.
BATERIA 7
Assim como na bateria 5, a 7° bateria contou com 2 atletas do mesmo país, dessa vez, 2 do Brasil. Os experts em aéreos Yago Dora e o campeão mundial e olímpico Ítalo Ferreira. Já era confirmado mais um brasileiro nas quartas de final.
A bateria contou com duas notas excelentes, uma para cada surfista, Ítalo superou a maior nota do round (que até então era um 8.50 de Jack Robinson) e anotou um 9.33.
ITALO FERREIRA É DE OUTRO MUNDO! pic.twitter.com/EiZ0g7ohNf
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Mas mesmo assim não conseguiu superar o somatório de Yago, que por sua vez, se garantiu com duas boas notas e um surfe muito forte, assim, eliminou seu compatriota da competição e seguiu para as quartas de final. O Brasil seguiu ainda mais forte no campeonato.
8.33 para Yago Dora. TEM GAME AINDA! pic.twitter.com/KsV8aVmX4R
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BATERIA 8
A última bateria do round contou com a presença do brasileiro tricampeão mundial, Gabriel Medina, e do norte-americano Griffin Colapinto. Medina surfou muito, mas não como de costume, o que resultou em uma vitória um pouco mais tranquila de Griffin, após colocar uma nota excelente em seu somatório (superando anteriormente as notas 8.50 de Jack Robinson e 9.33 de Ítalo Ferreira), com um 9.50, Griffin se garantiu nas quartas de final, eliminando o brasileiro da competição.
O 9.50 de Griffin Colapinto! pic.twitter.com/VAFUEEkJaa
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SOMATÓRIO OITAVAS DE FINAL MASCULINO
- Connor O’Leary (AUS) 10.90 – 5.47+5.43 x Caio Ibelli (BRA) 6.93 – 3,33+3.60
- João Chianca (BRA) 13.06 – 6.83+6.23 x Ethan Ewing (AUS) 10.17 – 5.50+4.67
- Callum Robson (AUS) 10.67 – 4.17+6.50 x Joan Duru (FRA) 9.63 – 5.00+4.63
- Samuel Pupo (BRA) 8.53 – 2.70+5.83 x Ian Gentil (HAW) 8.40 – 4.00+4.40
- Jack Robinson (AUS) 15.93 – 8.50+7.43 x Ryan Callinan (AUS) 12.33 – 5.33+7.00
- Rio Waida (IND) 12.20 – 7.00+5.20 x Barron Mamiya (HAW) 7.56 – 1.23+6.33
- Yago Dora (BRA) 14.93 – 8.33+6.60 x Ítalo Ferreira (BRA) 14.73 – 9.33+5.40
- Griffin Colapinto (EUA) 17.00 – 7.50+9.50 x Gabriel Medina (BRA) 13.33 – 7.33+6.00
QUARTAS DE FINAL MASCULINO
As quartas de final contaram com 4 baterias e a presença de 3 brasileiros nelas. E ocorreu da seguinte maneira:
BATERIA 1
Elevando ainda mais o Brasil, João Chianca REPRESENTOU e apresentou o que sabe de melhor no CT, um surfe forte e consistente, o que o garantiu em sua 3º semifinal no CT 2023, eliminando o australiano Connor O’Leary, que por sua vez também apresentou um surfe forte, mas não o suficiente para parar o brasileiro. O Brasil permaneceu vivo em Portugal.
A ONDA DA VIRADA DO CHUMBINHO!
7.17 pic.twitter.com/6nrIukUj4F
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BATERIA 2
Algo parecido coma 1° bateria ocorreu nessa 2°bateria. Mais uma vez uma bateria Brasil x Austrália, mas desta vez, foi diferente. O australiano Callum Robson anotou mais uma vez uma nota na casa do excelente, com um 9.57 sendo a maior nota da bateria e do round, Callum venceu a bateria, e sua maior nota foi primordial pra abrir vantagem em relação ao adversário, que dessa vez foi o brasileiro Samuel Pupo, que mesmo com duas boas ondas, não foi o suficiente para superar o somatório do australiano. E a Austrália também permaneceu viva para as Semifinais.
Mais um tubaço de Callum Robson, que consegue um 9.57! pic.twitter.com/mW24samxsT
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BATERIA 3
Para firmar ainda mais a Austrália no campeonato, o australiano Jack Robinson fez boas notas e ainda mais em relação ao seu adversário, o indonésio Rio Waida, que fez notas baixas na bateria. Jack se garantiu na semifinal com certa tranquilidade, tendo em vista que a segundo melhor nota de Jack na bateria já teria sido o suficiente para vencer o indonésio.
BATERIA 4
Na última bateria do round, para colocar mais um Brasil x Austrália na fase seguinte, Yago Dora colocou o Brasil mais uma vez na Semifinal, mesmo sem notas excelentes, Yago eliminou o norte-americano Griffin Colapinto, que fez apenas uma única nota boa na bateria. Assim, a Semifinal ficou em 2 duelos de Brasil x Austrália.
O 5.33 do Yago Dora.
Ele tem a prioridade e precisa de 2.15 para avançar. Faltam 8 minutos! pic.twitter.com/Ckx8XQqrSR
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SOMATÓRIO QUARTAS DE FINAL MASCULINO
- João Chianca (BRA) 13.00 – 7.17+5.83 x Connor O’Leary (AUS) 12.27 – 6.27+6.00
- Callum Robson (AUS) 15.40 – 9.57+5.83 x Samuel Pupo (BRA) 14.33 – 7.83+6.50
- Jack Robinson (AUS) 13.50 – 7.33+6.17 x Rio Waida (IND) 5.67 – 4.17+1.50
- Yago Dora (BRA) 11.33 – 6.00+5.33 x Griffin Colapinto (EUA) 7.47 – 6.50+0.97
SEMIFINAL MASCULINO
2 baterias compostas por um duplo Brasil x Austrália
BATERIA 1
A 1° bateria da semifinal contou com uma nota excelente, e não podia ser de outra pessoa, o surfista com mais atitude e determinação do campeonato, João Chianca, o Chumbinho, garantiu um 9.43 no somatório, nota quase suficiente para superar o somatório de seu adversário de bateria, o australiano Callum Robson. Chumbinho fez uma bateria insana, e garantiu mais uma vez o Brasil na grande final de um evento no CT e chegou à sua primeira final no Tour.
É PRA FICAR COMPLETAMENTE MALUCO COM ESSE 9.43 DO JOÃO pic.twitter.com/UqvmroFzsX
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BATERIA 2
Do outro lado da chave, a torcida brasileira também torcia para uma final verde e amarela, mas ficou muito complicado, quando o adversário de Yago Dora em questão era o australiano Jack Robinson, que possui uma técnica impecável na água e um domínio em super tubos.
E não deu outra coisa, com mais uma bateria com nota excelente, Jack Robinson garantiu mais um Brasil x Austrália na competição e avançou para a grande final, eliminando o brasileiro Yago Dora.
Jack Robinson está na frente com esse 8.60 no seu somatório. pic.twitter.com/EAEtI4v1KR
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SOMATÓRIO SEMIFINAL MASCULINO
- João Chianca (BRA) 17.10 – 9.43+7.67 x Callum Robson (AUS) 10.17 – 6.00 +4.17
- Jack Robinson (AUS) 16.17 – 8.60+7.57 x Yago Dora (BRA) 12.40 – 6.23+6.17
SEMIFINAL FEMININA
Com 2 baterias compostas por um Brasil x Estados Unidos e um Austrália x Estados Unidos.
BATERIA 1
Com ondas um pouco melhores em relação ao round anterior, Courtney Conlogue garantiu um somatório maior apesar de não obter a maior nota da bateria, e eliminou a brasileira Tatiana Weston-Webb, que apesar de notas mais altas em comparação ao round passado, não foi o suficiente para derrotar a norte-americana. Dessa maneira, Courtney Conlogue avançou para a grande final, em busca de colocar os Estados Unidos de volta ao topo.
VALEU, TATI!
Você é um grande exemplo e inspiração para tantas meninas e meninos surfando.
O melhor resultado da temporada – até aqui! Nos vemos na Austrália!#WSLBrasil pic.twitter.com/mUvahHntSN
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BATERIA 2
Pra colocar os Estados Unidos ainda mais na prateleira de cima em Portugal, Caitlin Simmers se garantiu também na grande final, em um somatório com a presença de uma nota na casa do excelente, a norte-americana derrotou a australiana Macy Callaghan, que apesar de ter uma de suas notas maior do que a de sua adversária, o somatório completo não foi o suficiente para colocar a Austrália na disputa do título.
Dessa forma, o troféu do MEO Rip Curl Pro Portugal na categoria feminina já estava garantido para os Estados Unidos. Confira o somatório do round:
- Courtney Conlogue (EUA) 12.27 – 6.17+ 6.10 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 11.73 – 6.50+5.23
- Caitlin Simmers (EUA) 13.00 – 8.67+4.33 x Macy Callaghan (AUS) 6.04 – 5.17+0.87
FINAL MASCULINO
Uma final ALUCINANTE do início ao fim. De um lado um veterano no CT, com uma técnica e um talento absurdo, do outro lado um jovem promissor com sede de vencer, dedicado, determinado e com um talento diferenciado.
Uma bateria digna de ser chamada de grande final de um evento do Tour, que pode até ser considerada como a melhor bateria do ano até agora. O duelo Brasil x Austrália em Portugal foi encerrado com chave de ouro! Com 3 notas na casa do excelente, João Chumbinho e Jack Robinson comandaram um verdadeiro espetáculo com a presença de super tubos.
QUE ONDA SENSACIONAL!!! pic.twitter.com/LJavN8rpCA
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Pela primeira vez, Chumbinho chegou à uma final no CT, com o privilegio de poder levantar o caneco e trazer a o prêmio para o Brasil, superando o atual n°1 no ranking da WSL, Jack Robinson da Austrália, que apesar de seu grande conhecimento nas ondas, foi superado pelo jovem brasileiro, nome promissor para as Olimpíadas de Paris 2024.
ELE CONSEGUIU! JOÃO CHUMBINHO VENCEDOR EM PORTUGAL! pic.twitter.com/LRBfco757r
— WSL Brasil ?? (@WSLBrasil) March 14, 2023
Confira o Resultado da grande final:
?João Chianca (BRA) 17.57 – 9.07+8.50 x ? Jack Robinson (AUS) 15.14 – 8.97+6.17
Vale lembrar que neste mês de março, todos os atletas do evento escolheram homenagear um mulher inspiradora no esporte em menção ao Dia Internacional das Mulheres. No caso de João Chumbinho a escolhida foi Tatiana Weston-Webb, uma maneira incrível de terminar o campeonato e homenagear uma mulher tão inspiradora no Surfe brasileiro e mundial. A Brazilian Storm cada dia sendo mais que bem representada mundo afora.
Uma homenagem dessas, bicho! ??? #WSLBrasil pic.twitter.com/hNK94DpkRS
— WSL Brasil ?? (@WSLBrasil) March 16, 2023
Parabéns Chumbinho!
LEVANTA A TAÇA, JOÃO!!! pic.twitter.com/nbQDHdfUYz
— WSL Brasil ?? (@WSLBrasil) March 14, 2023
FINAL FEMININA
Iniciando a bateria norte-americana com pé direito, Courtney Conlogue alcançou um 9 excelente em sua primeira onda na bateria. Caitlin Simmers não deixou de lutar pelo seu e seguiu em busca de boas ondas, assim como Chumbinho, essa foi a sua primeira final no CT, e também como Chumbinho, esse foi o primeiro título de Simmers no Tour com apenas 17 anos! Caitlin levou o título derrotando sua compatriota, mesmo não fazendo a maior nota da bateria, o somatório de Simmers superou o de Conlogue, que mesmo com a maior nota da bateria, não conseguiu uma segunda melhor nota.
Caitlin Simmers é a grande vencedora do #MEORipCurlProPortugal!#WSLBrasil pic.twitter.com/0iKhoyKjYp
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Confira o Resultado da grande final:
?Caitlin Simmers (EUA) 13.50 – 7.17+6.33 x ?Courtney Conlogue (EUA) 12.83 – 9.00+3.83
Parabéns Caitlin!
Com vocês, Caitlin Simmers! pic.twitter.com/JZyTyLaKgV
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E assim se encerrou o MEO Rip Curl Pro Portugal, com um espetáculo comandado por todos os atletas e com a Brazilain Storm cada vez mais no topo!
O próximo evento acontecerá em Bells Beach na Austrália, do dia 4 à 14 de abril. Fique ligado aqui na ESPORTELÂNDIA para não perder nada sobre o WSL Championship Tour 2023
Foto Destaque: Reprodução/Damien Poullenot – WSL