Yago Dora chegou em Teahupo’o na quinta colocação do ranking da WSL após uma temporada promissora, que lhe rendeu seu primeiro título dentro do WCT, em Saquarema, no Brasil.

Dora aterrissou no Taiti precisando de um bom resultado nas desafiadoras ondas tubulares de Teahupo’o, brigando contra grandes nomes, como Gabriel Medina e John John Florence pelas últimas vagas na WSL Finals.

Yago Dora tem sua revanche contra Kelly Slater

Yago Dora
WSL/Beatriz Ryder

Se Yago Dora briga para chegar na WSL Finals e também nas Olimpíadas, Kelly Slater não tinha nada a perder. O 11 vezes campeão mundial entrou na competição já sem nenhuma chance de vaga em Trestles e nos Jogos Olímpicos.

Porém, Kelly Slater nunca pode ser subestimado. O norte-americano já venceu cinco vezes em Teahupo’o e é um especialista em tubos. Além disso, o estadunidense eliminou Yago no evento de 2022.

O confronto começou com os dois surfistas pegando boas ondas. Kelly levou a melhor e conseguiu uma nota 7.33, abrindo boa vantagem. Alguns minutos depois, Slater aumentou a dianteira com outro tubo que valeu 6.93.

Yago seguiu pegando ondas médias e conseguiu se recuperar mais para a metade da bateria, quando pegou um bom tubo e arrancou um 6.50 dos juízes.

Já no fim, Dora precisava de um 7.76 e pegou um último tubo longo. O brasileiro saiu comemorando e pedindo uma virada, que aconteceu. Yago tirou 8.00 e avançou para às quartas de final.

Esse resultado foi de ampla importância para Yago Dora. O brasileiro segue na briga para chegar às WSL Finals. O paranaense só depende de si para conquistar sua vaga no evento decisivo em Trestles.

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