A história do tênis é muito rica em termos de jogadores e partidas históricas. Dessa maneira, com o passar dos anos, sempre chega uma nova geração de tenistas que conquistam os fãs. Neste sentido, uma das tenistas que conquistou o circuito nos últimos anos foi a britânica Emma Raducanu, que conquistou o US Open 2021, aos 18 anos.

Porém, dois anos depois a atleta chama a atenção não só pelo nível apresentado, mas também pela rotatividade de treinadores. Sobre o assunto, Raducanu deu uma justificativa chocante. Confira!

A curta carreira de Emma Raducanu

A tenista britânica se destacou desde jovem no circuito feminino, assim ainda na época de juniores, Raducanu conquistou sete títulos, de 2015 a 2018. O primeiro troféu foi na Nike Junior International, seguido pelos ITF de Hamburgo, Oslo, Chandigarh Lawn Tennis, Nova Delhi, Biotehnos Cup e Šiauliai Open.

No ano de 2018, Raducanu se profissionalizou e disputou alguns torneios do circuito inferior aos da WTA, onde faturou três canecos: Tiberias, Antalya e o W25 Pune. A estreia no circuito principal se deu em Wimbledon 2021, após um “wild card”, onde chegou nas oitavas de final. A saber, Raducanu desistiu devido um ataque de pânico e ansiedade.

Já no Grand Slam seguinte, o US Open, a tenista se tornou a primeira jogadora que furou o qualificatório de simples na “Era Aberta” e ganhou o título de Grand Slam. Assim, Raducanu ganhou o Major estadunidense sem perder nenhum set no torneio. O sucesso transpareceu no ranking da WTA, onde alcançou o 10º lugar no ranking, em 2022.

Raducanu explica o rodízio de treinadores

Desde muito jovem a tenista britânica foi uma prodígio da bolinha amarela. Dessa maneira, sempre se esperou que ela chamasse a atenção somente pelo seu estilo de jogo e conquistas. Porém, após o seu título de Grand Slam, a tenista chamou a atenção nos últimos dois anos pela grande troca de técnicos, foram cinco treinadores desde 2021.

O primeiro comandante de Raducanu foi Nigel Sears, que a guiou até as oitavas de final Wimbledon, em 2021, rompendo logo em seguida. O responsável por treinar a britânica até a conquista do US Open foi Andrew Richardson, que se separou após a final do torneio. Torben Beltz, Dimitri Tursunov e agora Sebastian Sachs completam a lista de separação.

Sem muitas papas na línguas e com uma análise sobre a relação com os seus treinadores, Raducanu apontou o porque troca constante. Ao programa Today”,  da BBC Radio 4tenista, a jogadora se definiu como desafiadora e que não mudará o seu jeito: 

Faço muitas perguntas aos meus treinadores. Em certas ocasiões, eles não conseguiram responder às perguntas que lhes fiz e talvez seja por isso que não continuam. É algo que sempre fiz e vou continuar fazendo. Provocar e a fazer perguntas aos treinadores e também a desafiar a sua forma de pensar, preciso entender o porquê e então farei”.

A temporada de 2024 da britânica

Neste ano, Emma Raducanu  disputou apenas cinco torneios e não passou das oitavas de final em nenhum deles. No mês de maio, a tenista anunciou que passaria por três cirurgias e assim perderia o resto da temporada de 2023 para se recuperar totalmente.

A campanha da britânica no ano foi a seguinte: eliminada nas oitavas do WTA 250 de Auckland, na Nova Zelândia, e do WTA 1000 de Indian Wells. Na segunda rodada do Australian Open, e na estreia do WTA 1000 de Miami e do WTA 500 de Stuttgart.

Raducanu já iniciou o processo de fisioterapia. Desse modo, ela pretende voltar as competições da WTA no ano de 2024. Porém, ainda não definiu o calendário para o seu retorno ao circuito. Atualmente, a jogadora está na 280º colocação do ranking da WTA.

Gostou do conteúdo sobre tênis? Continue navegando no assunto no Esportelândia