Stefanos Tsitsipas é um dos grandes nomes do circuito masculino de tênis atualmente. O grego integra o top 5 do ranking da ATP, mas não atravessa uma boa fase recentemente. Desse modo, não ganha um troféu a quase um ano.

Com a oscilação de seus resultados é comum aparecer questionamentos sobre sua performance e a sua comissão técnica. A saber, Tsitsipas é treinado pelo seu pai Apostolos Tsitsipas. Confira o que o grego disse a respeito do assunto.

Stefanos Tsitsipas dá voto de confiança para seu treinador

O grego está se preparando para disputa o torneio de Wimbledon 2023. Neste sentido, o tenista disputa os primeiros campeonatos de grama do circuito para se habituar ao piso. Desse modo, o tenista disputou o ATP 500 de Halle, mas acabou eliminado nas oitavas de final por Nicolas Jarry. O 5º colocado do ranking da ATP perdeu por 2 x 0, com parciais de 7/6 (7) e 7/5.

Porém, antes da partida, Tsitsipas foi questionado sobre a presença de seu pai em sua equipe técnica. Assim, ao canal Eurosport, o segundo cabeça de chave do torneio reafirmou a confiança em seu pai. Além disso, não planeja parar de trabalhar com ele por enquanto:

“Meu pai sempre esteve presente. Ele saiu do emprego quando eu tinha 12 anos e tem progredido e evoluído a cada dia. Fico muito feliz em vê-lo tentar aprender o máximo possível, seja online, por meio de livros. Ele não é um técnico qualquer , não é alguém que um dia pegou uma raquete e decidiu ser treinador”.

Tsitsipas também comentou o currículo de Apostolos Tsitsipas e ele sobre ser o melhor mestre que poderia ter:

Ele tem conhecimento, já trabalhou com profissionais antes de mim. Ele sabe o que está fazendo e se encaixa comigo, é o melhor treinador que poderia ter”.

Saída de Mark Philippoussis da equipe técnica

O tenista grego também comentou a saída do ex-top 3 da ATP de sua comissão de trabalho. Tsitsipas contou que ainda possui contato com Philippoussis e que adora trabalhar com seu time. Mas considera que ter muitas pessoas ao se redor ao mesmo tempo pode confundir sua mente:

“Estou muito feliz com minha equipe. As pessoas do meu time estão lá desde o primeiro dia, me apoiam infinitamente e têm empatia pelo que faço. Trabalhei com algumas pessoas que são ex-jogadores, passei um tempo com eles e tentei sincronizar o máximo possível com todos. Por outro lado, sou uma pessoa que considera que ter muitas pessoas ao meu redor durante os torneios pode causar um pouco de caos e desequilíbrio em minha mente”.