Antes de mais nada, a seleção brasileira de Vôlei vive o momento mais oscilante a vinte anos. Contudo, o Brasil irá medir forças contra Cuba no Mundial tentando restabelecer sua hegemonia arranhada pelos tropeços recentes nas competições internacionais. Nesse sentido, o Brasil estreia contra os cubanos ás 6h (horário de Brasília).
Primordialmente, Renan Dal Zotto comentou sobre o momento turbulento vivido pela seleção brasileira. Além disso, ainda citou o processo de renovação que está acontecendo de forma gradativa: ” A palavra chave é processo. Toda renovação é um processo, leva tempo. Não existe uma magia em que se coloca um garoto e vai funcionar de uma hora para outra. Pensando como time, essa mescla de jogadores mais experiente vai acrescentar muito a esses garotos. Tivemos alguns momentos na Liga das Nações em que perdemos jogadores. Obrigatoriamente, a molecada teve de jogar. O novo formato do ranking é um pouco ingrato, você não pode cometer erros. Mais do que nunca, temos de focar e buscar o nosso melhor. Muitas seleções não ligam para isso. São modelos que temos de entender. No nosso, sempre buscamos a melhor performance possível, mas também focando em renovação.” Afirmou o treinador ao GE antes de seguir enfatizando sobre o novo ciclo vivido pelo Brasil
“Hoje existe um equilíbrio enorme entre seis, sete seleções. A França é, sem dúvida nenhuma, a melhor seleção do mundo. Os Estados Unidos cresceram demais, uma seleção também que está correndo firme. E a Polônia talvez seja a que tenha mais capital humano. É uma competição aberta, todo mundo vai com o que tem de melhor naquele momento. Vai ser uma competição que vai nos balizar bem para saber como estamos.” Afirmou o treinador
Brasil vive momento instável no cenário internacional
Por fim, vale lembrar que o discurso de Renan está embasado nos resultados atuais da seleção brasileira de vôlei. Nesse sentido, a seleção não medalhou nas últimas Olímpiadas e caiu na Liga das nações de maneira precoce.
Foto destaque: reprodução/ COB