Carol Gattaz detalhou seu envolvimento com o movimento LGBTQIA+. Ela falou sobre sua vida pessoal e ainda destacou a diferença entre dois dos principais esportes no Brasil: futebol e vôlei.
Gattaz explicou o motivo pelo qual o vôlei possui menos casos de ataques aos simpatizantes do movimento LGBTQIA+, usando o futebol como referência. Confira.
Carol Gattaz fala sobre bandeira LGBTQIA+
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Carol Gattaz está em recuperação para ajudar o Gerdau Minas na temporada 2023/24 e ainda busca uma vaga nas Olimpíadas de Paris 2024.
A renomada camisa 2 costuma ser uma voz importante na equipe minastenista e fora das quadras também.
Como de costume, Gattaz não evita discutir questões relacionadas à orientação sexual e também expressa suas opiniões sobre a luta pela igualdade das mulheres.
A capitã do Minas não enxerga apenas o Brasil como um país machista, mas percebe que o mundo inteiro ainda enfrenta desafios semelhantes.
Costumo dizer que não gosto de levantar bandeiras, prefiro fazer tudo com muita leveza. Isso ocorre porque não acredito que a minha verdade seja única, assim como a de ninguém mais.
Portanto, gosto de expor que existem maneiras das pessoas serem reconhecidas, serem felizes e serem respeitadas.
Isso vale para causas raciais, causas LGBTQIA+ e qualquer tipo de causa. Creio que se houvesse mais respeito e amor entre as pessoas, independente da classe social, o mundo seria melhor.
Então, gosto de destacar isso. Sou independente. Tenho meu emprego, não tenho namorado ou namorada e não dependo de um parceiro.
Quero, portanto, encorajar as mulheres e mostrar que elas têm essa força. A mulher não precisa estar casada ou com alguém para ser ativa no mundo.
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Carol Gattaz aponta machismo no vôlei e futebol

Carol reforçou que existe machismo no vôlei, mas que o futebol sofre muito mais com isso.
Seja no masculino ou feminino, uma boa parte dos fãs de vôlei fazem parte do grupo LGBTQIA+.
Obviamente, devem ocorrer episódios de ataques, mas não com a mesma frequência para nós, porque é algo mais sutil. Também acredito que sou privilegiada porque, desde que resolvi me posicionar e afirmar minha identidade, as pessoas têm me respeitado muito mais.
Acredito que isso é crucial, pois quando você se posiciona e sabe o que quer, as pessoas tendem a te respeitar muito mais. Em relação ao futebol, vejo um ambiente totalmente machista.
Acredito que devem existir muitos jogadores gays que sofrem no futebol e nunca se assumirão. No vôlei, acredito que estamos mais avançados nesse aspecto, devido à legião de fãs que fazem parte desse grupo” finalizou Carol Gattaz.
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