O mundo do vôlei está retornando aos pouco as competições entre clubes no Brasil. Sendo assim, as equipes usam esse período sem jogos para apresentar as novidades e treinar as jogadoras de seus elencos. Além disso, as atletas acabam participando de programas e falando um pouco sobre a retomada da temporada de torneios.
Neste sentido, Carol Gattaz, central do Gerdau Minas, participou do podcast No Ataque e conversou de vários assuntos. Um deles é sobre o clima na seleção e o seu processo de recuperação de sua lesão no joelho. Confira!
Carol Gattaz fica no Minas e visa a seleção em 2024
A central, de 42 anos, renovou o seu contrato com a equipe mineira. Dessa maneira, Gattaz vai disputar a sua 10ª temporada pelo time minastenista, equipe que defende desde 2014. A sua galeria de troféus no clube mineiro conta com o tetracampeonato do Sul-Americano, o tri da Superliga e do Campeonato Mineiro e o bi da Copa do Brasil.
Atualmente, Carol Gattaz se recupera de cirurgia realizada no joelho, após uma lesão sofrida em uma partida contra o Sesc/Flamengo. Assim, além de visar voltar com tudo no clube mineiro, pretende voltar para a seleção. Recentemente, a jogadora revelou ao No ataque que já definiu uma data para voltar as competições. Além disso, conversou sobre o processo de preservação e como vê o Brasil no pré-Olímpico.
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Gattaz aposta muito na seleção no Pré-olímpico 2023
A jogadora nunca escondeu que adora comentar partidas de vôlei. Dessa maneira, Carol Gattaz falou um pouco sobre o clima na seleção e que está muito confiante com a conquista da vaga em Paris:
Eu também conversei com todas as meninas, principalmente com as do Minas, e o clima lá está ótimo. Acredito que nós vamos conseguir essa vaga ainda no Pré-olímpico, apesar da chave do Brasil ser bastante difícil.
Em seguida, a central do Gerdau Minas analisou quem seria a equipe favorita na disputa do grupo do Brasil. Além disso, apontou as diferenças que viu na seleção durante a Liga das Nações e o pré-Olímpico:
O favoritismo é da Turquia, depois das conquistas que tiveram este ano, mas vejo que o Brasil está muito mais preparado do que na Liga das Nações. Porque lá as jogadoras estavam muito cansadas, eu via que elas estavam fazendo muitos sacrifícios para estarem ali.
Já hoje é outro momento, é o principal campeonato do ano, então a seleção se preparou para esse momento. Acredito que elas vão estar muito focadas e sairemos de lá com a medalha de campeão do Pré-olímpico, vou torcer muito.
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Carol Gattaz e o processo de recuperação da lesão
A medalhista de prata em Tóquio 2020 também foi questionada sobre como foi o processo de recuperação da sua lesão. Então, Gattaz revelou que não conseguia ver jogo de vôlei durante algum tempo e como driblou isso:
O José me ligou quando eu tive a lesão, passou todo o carinho dele e da família, pessoas que eu adoro. Mas depois a gente conversou pouco na verdade. Porque eu tive um processo muito difícil no começo, que era o da aceitação da lesão. Fiquei até um tempo sem assistir muito os jogos, não queria ter muito contato ali para me preservar, grudei na minha família para isso. Então, eu acompanhava a seleção muito pouco pelas redes sociais, não conseguia ver jogos e tudo mais.
Assim também, a central, que pretende chegar na próxima Olimpíada, foi perguntada se José Roberto Guimarães, treinador da seleção, ligou para ela. A jogadora não escondeu que não conversaram sobre a volta para seleção e contou como pode ajudar nesse momento:
Conversei com o José algumas vezes mas bem pouquinho, mas não sobre seleção. Porque esse ano ele não vai poder contar comigo e eu não vou poder voltar, acho que não tem nada a ver, tenho apenas que dar força para as meninas que estão lá.
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