Érika Coimbra é uma supercampeã do vôlei. Não conquistou a medalha de ouro olímpica, mas venceu a de bronze. Seus feitos por clubes a engrandecem ainda mais, conquistando seis títulos da Superliga.

Érika ficou marcada por ser integrante de uma época importante do vôlei brasileiro, a famosa geração de bronze em Sydney 2000. Em entrevista recente, Érika não deixou dúvidas de que teria alcançado um sucesso ainda maior hoje.

Craque das quadras, Érika Coimbra se destaca agora nas redes sociais

 

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Com certeza, eu seria muito maior hoje do que antes. Me aposentei em 2019, fui estudar inglês em Londres e quando voltei para o Brasil, a época da pandemia estava prestes a começar.

Nessa época da pandemia, comecei a mexer mais no Instagram, e as redes de televisão começaram a repetir jogos do Pan-Americano e Sul-Americano devido à falta de programas atuais.

Na época, já tinha cerca de 30 mil seguidores e percebi que poderia direcionar minha energia para isso.

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“Todo mundo tem cecê”, destaca Érika Coimbra sobre falsa perfeição na internet

Érika reforçou a importância das redes sociais atualmente. Não tem dúvidas de que engajaria muito mais fãs em seu auge com o auxílio da ferramenta, mas a multicampeã também destacou o lado negativo da rede.

Comecei a trocar ideias, compartilhar com a rede e brincar um pouco também. Levando para um lado mais leve, uma vida normal. Tirar um pouco o foco daquela linha em que todos venceram, todos têm um carro X, etc.

Então, pensando no meu auge como atleta, se tivesse as redes sociais, com certeza teria triplicado de tamanho.

Mas também há o cuidado com o lado negativo… muitas pessoas ficam doentes nas redes sociais porque ninguém tem problemas, a vida é linda, ninguém acorda descabelado…

Adoro as redes sociais quando usadas de modo saudável. Sem se fantasiar na vida dos outros porque todo mundo tem problemas, todo mundo tem cecê” destacou Érika Coimbra.

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