A Superliga B feminina chega ao fim de mais uma temporada. Na última segunda-feira (11), os times São Caetano e Abel Moda Brusque disputaram a final da competição. O confronto foi realizado no ginásio Milton Feijão, em São Paulo, e teve vitória das paulistas por 3 x 2. Porém, como de costume, os dois times subiram para o campeonato principal: Superliga A.
Protocolo
De fato, a elite principal do voleibol só aceita 12 times na disputa. Logo, todos os anos ocorre renovação dos participantes. Como protocolo, os dois últimos colocados no torneio principal são rebaixados para a Superliga B. Enquanto os dois primeiros colocados da liga B sobem para a liga A. Por certo, é o caso de São Caetano e Abel Moda Brusque.
Por outro lado, os dois times do principal caíram para a B são Country Club Valinhos e Curitiba vôlei. Pois, foram os últimos colocados da tabela.
Campanha de São Caetano
A saber, São Caetano fez uma campanha praticamente impecável na Superliga B. Com derrota em apenas um jogo no torneio inteiro, se consagraram campeãs sobre o Brusque. Maria Eduarda Rudgeri, 20, é levantadora da equipe paulista e afirma a dificuldade do campeonato. Em sua primeira participação na liga B, ressalta o quanto essa vivência foi gratificante e muito importante.
Em resumo, o time que havia sido rebaixado na temporada passada retorna para a liga A com muita determinação das atletas – segundo a jogadora.
A expectativa agora é muito grande, graças a Deus conseguimos subir e agora com certeza é treinar mais para ficarmos e nos fortalecermos cada dia
É CAMPEÃO! Parabéns ao Energis 8 São Caetano, campeão da Superliga B Feminina 2022 ??? #VoleiNoSporTV pic.twitter.com/E4ikLZpmBw
— Portal Vôlei Brasil ??? (@portal_volei) April 12, 2022
Campanha de Bruque
Vale ressaltar também a campanha de Brusque. Em suma, a equipe também manteve alto rendimento em todo o decorrer da competição. Para exemplificar, o time catarinense perdeu apenas 2 jogos: um para São Carlos e o outro para o próprio São Caetano. Vale destacar a presença tanto de uma campeã olímpica quanto de jovens iniciando a carreira como atleta dentro da equipe. Como é o caso de Alessandra Engler, 17.
De acordo com a jogadora, a troca de experiências foi muito positiva e a participação na liga acrescentou muito para ela.
Minha experiência foi maravilhosa, aprendi muita coisa nova, cresci tanto como atleta como pessoa. Eu estou muito feliz em ter ajudado a minha equipe, era um sonho meu, todo mundo que convivia comigo no dia a dia sabia, porque sempre falava que eu queria jogar no time adulto. Tive a oportunidade de contribuir com a minha equipe mesmo com apenas 17 anos, sendo titular do time adulto, podendo estar jogando do lado de uma campeã olímpica que é a Sassá, isso me mostra o quanto evolui e o quanto eu sou capaz de conseguir tudo aquilo que eu quero com muita determinação, trabalho e dedicação
A saber, Brusque já esteve na elite do vôlei há um tempo atrás. Na temporada 22/23, a equipe vice campeã da liga B irá regressar e – segundo Alessandra – irão trabalhar bastante para permanecer na Superliga A e sonhar em estar em uma final.
Foto destaque: Reprodução/ Osvaldo F.